A figura de Maria passa a ocupar um lugar mais proeminente na caminhada de Chiara, e ela mesma dirá mais tarde o motivo, ao responder a alguém que lhe perguntara por que se falava tão pouco sobre Maria: “Maria é a porta que nos leva a Deus. A porta não é porta se não se abre para deixar passar. A Virgem é o nada, o vazio, a deslembrança, o esquecimento, a pureza. (...) A porta é para Jesus (...) Quem vive a unidade é quem realmente, sinceramente ama mais Maria”.
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